5 motivos para ser contra a censura fascista nas escolas

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A extrema direita, representada pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, intenta estabelecer censura dentro das escolas através do projeto de lei conhecido como “escola sem partido”. Conheça cinco motivos contra a censura fascista.

  1. O ataque às Escolas é o o início de uma perseguição geral contra todos os setores na sociedade: para que o objetivo de impor ataque generalizado contra o movimento operário venha a se estabelecer, é preciso que os fascistas controlem, de início, a liberdade de pensamento nos centros culturais como as escolas, a despeito das garantias insculpidas no art. 206 da Constituição Federal.
  1. Os bolsonaristas são minorias na sociedade e nas escolas e querem calar quem pensa diferente: por serem minoria na sociedade e nas escolas, os bolsonaristas querem censurar a liberdade de expressão pela lei, isto é, através do punitivismo legalista. Não à toa que mais de 100 membros do Ministério Público já manifestaram apoio ao projeto de censura, vez que são eles quem apresentariam denúncias contra os professores.
  1. Eles não querem escola sem partido, querem escola só com partido de direita: o projeto de escola sem partido, em verdade, é para proteger os  partidos de direita que detêm hegemonia de pensamento na sociedade. Querem calar o pluralismo de pensamento para permanecerem propagando apenas a ideologia direitista.
  1. Bolsonaristas não têm toda essa força no meio popular: bolsonaristas não possuem força popular para impor a vontade direitista nas escolas. O movimento é basicamente parlamentar. O fato que comprova o exposto é a fuga do MBL do colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Foi apenas juntar poucas pessoas contra a ofensiva direitista, que estes arregaram da manifestação fascista na frente ao colégio.
  2. A derrota da direita poderia ajudar a levantar outros setores contra Bolsonaro e todos os golpistas: na medida em que os setores populares são esclarecidos de que são maioria em face aos fascistas, o movimento de combate ao projeto de lei escola sem partido cresce. É preciso que os setores mais esclarecidos iniciem a oposição para que o movimento popular os acompanhe.