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Um dos monarcas mais sanguinários da história europeia, o Rei Leopoldo II, que governou a Bélgica de 1865 até sua morte, em 1909, foi responsável, direta e indiretamente, pela morte de cerca de 10 milhões de africanos no Congo; tudo para fazer dele seu território pessoal.

O monarca, após diversas tentativas de colonização de países na Ásia e na África, decidiu que iria colonizar a Bacia do Congo, localizada na área central africana. Para isso, criou a Associação Internacional Africana, em 1876, sob o pretexto de enviar “ajuda humanitária” à África. O objetivo de Leopoldo, no entanto, era reunir recursos e explorar o continente. Nesta missão, enviou Henry Morton Stanley e David Livingstone, dois exploradores que abririam o caminho para a chegada das tropas belgas.

Quando os homens de Leopoldo estabeleceram-se, o monarca nomeou a região Estado Livre do Congo, reconhecido oficialmente pelo Congresso de Berlim em 5 de fevereiro de 1885. Entretanto, o rei da Bélgica fez das terras sua propriedade pessoal, tendo embolsado todo o lucro produzido nelas.

Para dominar o Congo, Leopoldo II eliminou metade da população do território, que era de 20 milhões, e escravizou a metade que sobrou. Este foi um dos atos mais sanguinários contra um povo, equiparando-se a atos de Hitler, Mussolini e outros ditadores fascistas.

O monarca só perdeu o controle do Congo em 1908, quando o território tornou-se o Congo Belga. No entanto, até 1971, data de sua independência, todas as riquezas do País continuavam a ser entregues para o imperialismo belga, que ainda promovia carnificinas contra os congoleses para manter sua dominação.

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