17 a 24 de janeiro
Num momento em que os fascistas voltam a erguer a cabeça em todo o mundo, mais do que nunca é preciso compreender como comabter e derrotar o fascismo
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Revolução dos Cravos
População celebra Revolução dos Cravos em Portugal, 1974: Arquivo Centro de Documentação 25 de abril |

Após a 43ª Universidade de Férias do Partido da Causa Operára (PCO) ter tido como tema “Fascismo: o que é e como combatê-lo”, a 45ª edição será a segunda parte do tema que, dado o crescimento da extrema direita a nível mundial, torna-se ainda mais oportuno e atual.

Diferente da 43ª, que abordou os principais países onde o fascismo se desenvolveu, da sua origem na Itália a seu desenvolvimento mais acabado, na Alemanha. A 2ª parte tratará sobre uma outra série de países importantes no desenvolvimento do fascismo e da luta contra ele que não foram comentados na primeira parte e agora receberão total atenção, demonstrando que o curso irá além dos já conhecidos nazismo alemão e o fascismo italiano. Como por exemplo o Brasil, país fora do grupo imperialista onde maior se desenvolveu este fenômeno. Também os países imperialistas como a Espanha, Japão e Portugal.

O tema é urgente para os dias atuais, visto o avanço da crise econômica do sistema capitalista e a utilização golpista das burguesias imperialistas, nos países explorados, de seus elementos fascistas para atacar as organizações operárias e controlar o regime pela força. O leitor assíduo, de todas as categorias, sindicalistas, operários, camponeses, estudantes, secundaristas está convidado a compreender o desenvolvimento histórico dessa luta, de caráter fundamental para os dias de hoje.

Num momento que em todo mundo os fascistas voltam a erguer a cabeça, assumem a frente de governos, formam partidos com ligações diretas a figuras como Mussolini na Itália. No Brasil, a criação do partido bolsonarista Aliança Pelo Brasil, na Bolívia o golpe militar dado pela extrema direita, crescimento eleitoral da extrema direita na Europa e assim por diante. Por isso, este tema é extremamente atual e importante para ser debatido por toda esquerda, como forma de organizar a população para derrotar o fascismo.

O curso será, tal como a 1ª parte, será baseado no livro do revolucionário bolchevique Leon Trotski, “Fascismo: o que é, como combatê-lo?”. Trotski foi líder da Revolução Russa de 1917, criador do Exército Vermelho, e, nesta obra, apresenta um conjunto de elementos para os trabalhadores compreenderem a evolução da crise estrutural do capital, as contradições internas, a dinâmica de totalidade global, trazendo experiências de embates entre a classe operária contra as burguesias imperialistas.

Para derrotar um inimigo é necessário saber os seus pontos fracos, saber de uma forma concreta o perigo e os riscos que ele oferece. Saber o que foram os regimes fascistas nos países por onde passou, saber a diferença entre uma ditadura tradicional e uma ditadura fascista, seus métodos distintos e qual comportamento deve ser adotado por parte dos militantes de esquerda. Saber que a democracia e o fascismo não são grandezas claramente em oposição, mas sim instrumentos de controle da burguesia sobre o regime.

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