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Hoje, há exatamente 27 anos, o então comandante Hugo Chavéz tentava dar um golpe de estado contra o governo neoliberal de Carlos Andrés Pérez durante a chamada Quarta República. Esse fato ficou conhecido como o início da “Revolução Bolivariana”.

A principal causa do golpe foi a política totalmente antipopular do governo neoliberal: o altíssimo nível de desemprego, o aumento do custo de vida, a total dependência da Venezuela ao imperialismo através do FMI (Fundo Monetário Internacional) etc.

Essa crise causou uma rebelião popular de características revolucionárias: em 27 e 28 de fevereiro de 1989, milhares de venezuelanos foram às ruas contra o aumento da passagem e da gasolina. O governo direitista neoliberal chamou a polícia e o exército que mataram centenas de pessoas que estavam protestando. Isso ficou conhecido como “Caracaço”.

O Caracaço impulsionou jovens militares do grupo Movimento Bolivariano Revolucionário 200 que na madrugada de 4 de fevereiro de 1992, comandados por Hugo Chavéz, saíram do Quartel Páez, em Maracay, rumo à cidade de Caracas, para tomar o Palácio de Miraflores onde estava o governo.

O golpe fracassou e Hugo Chavéz e seus companheiros acabaram sendo presos. Eles ficaram dois anos presos. Esse fato fez com que Chavéz impulsionasse sua moral política. Para o povo, vítima do neoliberalismo, a tentativa foi vista como uma luta contra Pérez e os neoliberais.

Por causa das revoltas populares na Venezuela e em toda a América Latina, o imperialismo teve de ceder e, em dezembro de 1998, o comandante Hugo Chavéz ganhou as eleições presidenciais.

Hoje, o sucessor de Chavéz, Nicolás Maduro está resistindo à nova tentativa do imperialismo em derrubá-lo. Os capachos do imperialismo, que colocaram a população da Venezuela na miséria, querem derrubar o governo para colocar de volta a política devastadora do neoliberalismo.

Defender o governo de Maduro e o povo venezuelano contra o imperialismo!

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