Bolívar: o grito de liberdade
Não se pode contar a história da América Latina sem considerar Simón Bolívar, militar e líder político venezuelano, herói da descolonização
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Bolívar liderou a Bolívia, a Colômbia, Equador, Panamá, Peru e Venezuela à independência. | "Foto: Reprodução".

Uma exumação. Em 15 de julho de 2010, por ordem do 19° Tribunal de Controle de Caracas, os restos mortais de Bolívar foram exumados para esclarecer a causa de sua morte, uma vez que havia a possibilidade de assassinato. A versão oficial, até então, era de que Bolívar morrera em decorrência de uma tuberculose.

Contudo, para o presidente Hugo Chávez, Bolívar teria sido vítima de uma conspiração e envenenado por um general colombiano. O presidente Chávez, afirmou que continuava a acreditar na hipótese de assassinato. Bolívar é considerado o grande herói de toda América Latina.

Verdade é que não se pode contar a história da América Latina sem considerar Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar y Palacios Ponte-Andrade y Blanco nascido em Caracas, aos 24 de julho de 1783 em Santa Marta, aos 17 de dezembro de 1830. Comumente conhecido como Simón Bolívar foi um militar e líder político venezuelano, sendo o primeiro ilustrado a apoiar na prática a descolonização.

Bolívar junto a José de San Martín, foi uma das peças chave nas guerras de independência da América Espanhola do Império Espanhol. Assim, após triunfar sobre a Monarquia Espanhola, Bolívar participou da fundação da primeira união de nações independentes na América Latina, nomeada Grã-Colômbia, da qual foi Presidente de 1819 a 1830.

Simón Bolívar durante seu curto tempo de vida, liderou a Bolívia, a Colômbia, Equador, Panamá, Peru e Venezuela à independência, e ajudou a lançar bases ideológicas democráticas na maioria da América Hispânica. Por essa razão, é referido por alguns historiadores como “George Washington da América do Sul”.

Uma Junta de Caracas declarou a independência em 1810, e Bolívar foi enviado para a Inglaterra numa missão diplomática. De volta à Venezuela em 1811, em julho de 1812, o líder da junta, Francisco de Miranda, rendeu-se às forças espanholas e Bolívar foi obrigado a fugir para Cartagena das Índias, onde redigiu o Manifesto de Cartagena.

Contudo em 1813, liderou a invasão da Venezuela, entrando em Mérida em 23 de maio, sendo proclamado El Libertador (“libertador”). Caracas foi reconquistada a 6 de agosto, sendo proclamada a Segunda República Venezuelana.

O Integrador. A ideia de “nações livres” era, provavelmente, na época, o objetivo mais importante, pois sem a liberdade, não seria possível a conquista dos outros objetivos. Mas, aos 17 de dezembro de 1830, com a idade de quarenta e sete anos, Simón Bolívar morreu após uma batalha dolorosa contra a tuberculose. Ressalve-se a desconfiança muito fundada de que foi assassinado.

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