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O governo Bolsonaro é o governo da Lava Jato. Nada menos do que 19 elementos que integram os escalões da administração bolsonarista são oriundos da operação que devastou a economia nacional e foi responsável pela maior perseguição política do País desde a ditadura militar.

O mais famoso da quadrilha é o “Mussolini de Maringá”, o inquisidor Sergio Moro, que prendeu Lula para eleger Bolsonaro presidente e se transformar em ministro da Justiça. Moro teve sua atuação enquanto juiz federal definitivamente desnudada com as recentes revelações do The Intercept, que mostraram que ele, ilegalmente, agiu em conluio com o procurador Deltan Dallagnol para prender Lula e mantê-lo encarcerado.

E foi justamente esse funcionário do imperialismo que levou os outros 18 membros da Lava Jato para dentro do governo Bolsonaro, para exercerem cargos de confiança ligados do Ministério da Justiça.

Isso evidencia a relação direta que existe entre a Lava Jato e o governo ilegítimo de Bolsonaro. Ela foi o mecanismo principal que o imperialismo e a direita utilizaram para dar o golpe de 2016 e prender o ex-presidente Lula. A Lava Jato foi responsável por mobilizar os coxinhas que se radicalizaram cada vez mais com um sentimento irracional de ódio pela esquerda (principalmente pelo PT) até se transformarem em fascistas acabados. Em outras palavras, a Lava Jato foi fundamental para a ascensão do fascismo no Brasil, que, finalmente, levou à eleição fraudulenta de Bolsonaro.

A Lava Jato limpou o terreno para que Bolsonaro pudesse explorar. A campanha enganosa contra a corrupção serviu ao menos para três objetivos: 1) perseguir, prender e aniquilar a esquerda (particularmente a institucional); 2) destruir a economia nacional para favorecer o saque imperialista; 3) enquadrar ou mesmo derrotar qualquer resquício de burguesia nacional no cenário político, com a prisão de incontáveis dirigentes do chamado “centrão”.

Tudo isso favoreceu diretamente o bolsonarismo e a extrema-direita, entreguistas e anticomunistas até a medula. Isto é, a Lava Jato – composta por membros do poder judiciário e de outros órgãos “autônomos” de perseguição e repressão, como o MPF e a PF – é, ela mesma, uma operação fascista.

Fascista e cria direta do imperialismo norte-americano. As conversas vazadas pelo Intercept não foram as primeiras provas da farsa e do envolvimento do imperialismo na operação e no golpe. O Wikileaks já havia revelado que diversos membros vinculados à Lava Jato, como o próprio Moro, foram simplesmente treinados pelas instituições governamentais dos EUA.

A prisão de Lula pela Lava Jato (motivo principal pelo qual Bolsonaro se tornou presidente), a promoção dessa operação pelo imperialismo e o fato de que seus elementos são todos de extrema-direita já eram motivos suficientes para ligá-la ao próprio governo Bolsonaro. Moro – símbolo maior dessa trama – ao ser nomeado ministro e ao levar outros 18 “companheiros” para o governo, escancarou essa ligação.

É preciso exigir a anulação de todos os processos da Lava Jato, essa operação abertamente golpista e ilegal! E também o Fora Bolsonaro, que só está no poder graças ao golpismo e à ilegalidade da Lava Jato, que retirou Lula do processo eleitoral!

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