Controle social
Os EUA colocam as bebidas na ilegalidade para controlar a sociedade, provando que nunca foram uma democracia
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lei seca (1)
Marcha da cerveja: "Queremos cerveja" |

Entrou em vigor no dia 17 de janeiro de 1920, a Lei Seca dos Estados Unidos da América, onde, segundo o governo, teria o objetivo de salvar o país de problemas relacionados à pobreza e violência. Os parlamentares, frente a crescente das máfias, modificaram a Constituição americana que estabeleceu, na 18.ª Emenda, a proibição da fabricação, comércio, transporte, exportação e importação de bebidas alcoólicas. Essa lei vigorou por 13 anos (1920-1933).

Porém, a verdade que o imperialismo nunca conta, é que essa lei serviria para aumentar a repressão contra a população e ampliar o controle social, a exemplo do que acontece com proibição de drogas em geral. E esse cenário de controle social nos EUA, se torno necessário após a Revolução Russa, que influenciava operários para se organizarem em todo o mundo, e a catástrofe da 1ª Guerra Mundial, que matou milhões de trabalhadores para que os capitalistas redefinissem as fronteiras de seu controle mundial ao seu bel prazer.

Vale dizer que não deu nada certo, pois, apesar de em um primeiro momento haver um certo apoio à medida, em um segundo momento, o comércio e consumo ilegal de bebidas aumentaram exponencialmente. Em primeiro lugar, há inúmeros documentários mostrando que o governo fez vistas grossas, e mais, que parlamentares faziam parte do esquema ilegal de produção e transporte. Os traficantes e comerciantes ilegais, como Al Capone, em Chicago, criaram grandes esquemas que lucravam com o consumo ilegal, pois, tudo que se torna ilegal neste mundo capitalista, aumenta a demanda, chamando ainda mais atenção de pessoas que movimentam o submundo.

Esta medida só seria revogada no governo de Franklin Delano Roosevelt, em 1933, quando opositores do presidente argumentam que a legalização das bebidas geraria mais empregos, elevaria a economia e aumentaria a arrecadação de impostos, colocando a cerveja na legalidade.  Ou seja, tudo pelo lucro.

 

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