Desastre econômico e social
A pandemia acelera os índices desastrosos da economia do governo Bolsonaro, política que tem levado milhões a ficar sem qualquer ocupação e rendimento.
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Trabalhador informal - Brasília
Coma pandemia nem o trabalho informal está sendo possível. | Foto por: HUGO BARRETO/METRÓPOLES

Dados do IBGE divulgados nesta quarta (24), levantados via PNAD Covid, uma espécie de Pesquisa especial durante a pandemia, mostrou que cerca de 10 milhões de brasileiros foram afastados do emprego, sem remuneração, ou seja, ficaram desempregados, somente nos últimos meses.

A pesquisa mostra que, no início da pandemia, o país contava com cerca de 84 milhões de trabalhadores ocupados, de lá para cá, cerca 19 milhões tiveram algum tipo de prejuízo como afastamento do trabalho com redução salarial, sendo que pouco mais da metade (51,3%) cerca de 10 milhões, ficaram sem o emprego e sem a renda.

Entre os cerca de 65 milhões que permanecem empregados ou com algum tipo de ocupação fixa, o rendimento médio caiu cerca de 18,2% para R$ 1.899,00.

Os setores que tiveram mais desempregados foram Outros serviços (37,8%), envolvem aqueles que fazem bicos e serviços autônomos ou esporádicos, Serviço doméstico (28,9%) e Alojamento e alimentação (28,5%) de queda.

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