10 coincidências que envolvem Bolsonaro e os presos suspeitos de terem matado Marielle

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A cada dia nota-se a relação do presidente ilegítimo, Jair Bolsonaro, com os avanços de setores estimulados  pela extrema-direita no país, como os suspeitos da morte da vereadora do Psol, Marielle Franco. Nos últimos dias, as notícias demonstram as “coincidências” com o presidente golpista e demais membros da família Bolsonaro. São tantas que é possível elencá-las:

1. Bolsonaro sempre foi uma figura política da extrema-direita. Já em 2003, defendia a existência de grupos de extermínio na Bahia, na época afirmou serem úteis na falta da pena de morte no País e portanto seriam eficazes e que tinham seu total apoio. O mesmo assegurou a informalidade dos esquadrões da morte, mas deu os parabéns e se dispôs a expandir a prática em seu estado de origem, o Rio de Janeiro.

2. Em 2007, Flávio Bolsonaro, deputado estadual do Rio de Janeiro, alinhado à política do pai, já fazia declarações abertas que atacavam o povo, naquele ano afirmou que as milícias deviam ser legalizadas.

3. Logo em seguida, Flávio Bolsonaro foi o único a votar contra a CPI das milícias e portanto corroborando com sua tese anterior de legalização, o histórico da família com os grupos é antigo.

4. Foi nomeado pelo governo bolsonarista, o membro do esquadrão  da morte “Scuderie Le Cocq”,  Carlos Humberto Manatto, para o cargo de Secretário Especial da Câmara dos Deputados. Somente no estado onde residia o ex-deputado (Espírito Santo) foram cerca de 1.500 pessoas mortas pelo esquadrão da morte.

5. Flávio Bolsonaro empregou em seu gabinete mãe e mulher de um chefe de milícia. Posteriormente, foi revelado que a tesoureira de seu partido (PSL), Valdenice de Oliveira Meliga, é irmã de dois milicianos que foram presos por operação da Policia Federal.

6. Durante a campanha eleitoral, candidatos do PSL, partido de Bolsonaro, quebraram placa em homenagem a Marielle Franco, assassinada há um ano atrás no Rio. A placa fora quebrada sob discurso fascista dos candidatos, onde diziam que havia acabado a esquerda, bem como falou-se da supressão de partidos como PT, Psol e PCdoB etc. O ato demonstrou o escárnio da direita com a morte da vereadora, onde se falou que 60 mil morrem no país, mas não recebem homenagem como Marielle.

7. Foi realizado pela milícia de São Gonçalo campanha eleitoral favorável a candidato do partido do presidente ilegítimo. O candidato, Fernando Salema, era ex-comandante do batalhão de São Gonçalo, evidentemente toda a ligação com a milícia e qualquer tipo de campanha feita e ou encontro foi negado pelo deputado e demais questionados.

8. Estourado o escândalo com o motorista de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz; houve toda uma delonga no desenrolar do caso. Antes de ir para o hospital, Queiroz se refugiou em território de milicianos para não depor sobre o acontecido.

9. Mais uma vez, Flávio Bolsonaro, foi  único a ser contra a concessão da medalha Tiradentes para Marielle Franco. Outra vez a direita fascista mostrando que não há mais demagogia a se fazer, defende-se abertamente seu discurso brutal.

10. Finalmente, mas não o fim das coincidências da família Bolsonaro com a milícia, a última notícia da semana se deu pela proximidade do presidente golpista com os suspeitos da morte da vereadora do Psol. Um dos suspeitos do assassinato da vereadora, era vizinho de Jair Bolsonaro e seus filhos já tiveram envolvimento amoroso, mas ainda assim o capacho do imperialismo nega qualquer envolvimento com os suspeitos e qualquer ligação com milicianos.

Bolsonaro representa a extrema-direita no poder, sua ligação com setores como as milícias é inerente a esse setor obscurantista que quer massacrar o povo e extinguir qualquer organização de luta, características tipicamente fascistas e que denotam que não há coincidência alguma.