Greve com ocupação para impedir que o TST acabe com o plano de saúde dos Correios

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Greve com ocupação para impedir que o TST acabe com o plano de saúde dos Correios

O ministro golpista do TST (Tribunal Superior do Trabalho), Aloysio Corrêa, que é relator do dissídio dos Correios, que determinará o destino do plano de saúde dos trabalhadores ecetistas, marcou para o dia 22 de fevereiro de 2018  às 10 horas Audiência de Conciliação entre as partes.

No entanto, apesar do ministro golpista do TST convocar uma Audiência de Conciliação, a categoria dos trabalhadores dos Correios já sabe a posição dos ministros do TST sobre o plano de saúde dos Correios, que é o de acabar com o atual plano, extinguindo direitos, excluindo os dependentes, como pais e mães e estabelecendo a cobrança de mensalidades aos funcionários, o que inviabilizará o plano de saúde para categoria que possui o menor salário de todas as estatais.

O plano de saúde dos Correios foi entregue nas mãos dos ministros golpistas e biônicos do TST a fim  de que estes estabelecessem o seu destino, por fora do Acordo Coletivo da categoria, através de um acordo traidor assinado no ano passado entre a direção golpista dos Correios e os sindicalistas da categoria ligado ao Bando dos Quatro (sindicalistas do PT, PCdoB, PSTU  e diretores do Sintect-MG-LPS).

Na oportunidade os sindicalistas do Bando dos Quatro, orientaram a categoria a terminar uma greve nacional e combativa, aceitando uma acordo em que o plano de saúde não entrava como cláusula definida, mas que seria decidida após a assinatura do acordo, pelos ministros patronais do TST.

Ou seja, os sindicalistas do Bando dos Quatro pediram para categoria assinar um “cheque em branco” para que os juízes golpistas e patronais do TST preenchessem esse cheque agora, a bel prazer, em um momento em que a categoria está desmobilizada e fora do período de campanha salarial.

Todos os sindicalistas que assinaram o acordo sabiam que o TST vai propor o fim do plano, nos moldes preterido pela direção golpista da ECT, mas mesmo assim mentiram para categoria que a assinatura do acordo garantia o plano por pelo menos mais uma ano.

Agora, que o TST marcou a decisão sobre o plano para fevereiro, os sindicalistas o Bando dos Quatro, em um exercício pleno de cinismo, anunciou com a ar de surpresa que o TST poderá extinguir o atual plano de saúde da categoria.

Como não se tem o que fazer no TST, do ponto de vista jurídico, pois o desfecho anunciado é a retirada de direitos e a cobrança de mensalidades, os sindicalistas do Bando dos Quatro se prepara para dizer que tudo é um golpe dos Correios e culpar os trabalhadores por não lutar contra o golpe.

Diante da farsa é preciso em primeiro lugar denunciar o papel de entreguistas da direção sindical dos Correios ligado ao Bando dos Quatro.

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Em segundo lugar apontar como única possibilidade de luta, uma mobilização nacional da categoria, independente do Bando dos Quatro, com deflagração de greve nos dias que antecedam o julgamento do TST, convocando toda categoria para estar em Brasília, acampando o julgamento em frente ao TST, com realização de atos e protestos contra o ataque ao plano de saúde dos trabalhadores dos Correios.

 

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