14 de fevereiro de 1965: Malcolm X, líder revolucionário dos EUA, sofre atentado em sua casa

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14 de fevereiro de 1965: Malcolm X, líder revolucionário dos EUA, sofre atentado em sua casa

Malcolm X foi um dos maiores representantes na defesa dos direitos dos negros nos Estados Unidos. Nascido no dia 19 de maio de 1925 na cidade de Omaha, Malcolm Little era filho de Earl Little e de Louise Little.

Quando tinha apenas seis anos de idade, seu pai, que era membro da Associação Universal Para o Progresso Negro, foi brutalmente espancado e jogado na linha do trem. Com o corpo quase partido ao meio, faleceu em seguida. A mãe era filha do estupro de uma mulher negra por um homem branco, o que a fazia ter uma cor de pele mais clara e, por isso, conseguia empregos domésticos com mais facilidade.

Louise assumiu o sustento da família de oito filhos, porém não dava conta com o que recebia e a família chegou a uma condição de indigente. Negava sempre em oferecer seus filhos para adoção e o governo dos Estados Unidos passou a questionar sua sanidade mental. Por fim, os dois irmãos mais velhos foram deixados à própria sorte e os demais foram adotados. Era a separação da família.

No dia 14 de fevereiro de 1965, em Nova York, foi realizada um atentado contra Malcolm X, líder revolucionário que defendia a igualdade dos negros. Sua casa foi atacada, Malcolm e sua família sobreviveram, mas ninguém foi incriminado pelo atentado.

Rascunho automático 67

Uma semana depois, no dia 21, Malcolm havia terminado um discurso na sala Audubon, em Manhattan, quando deu início um tumulto. Um homem gritou: “Tire as mãos do meu bolso”. Os guarda-costas de Malcolm foram ver o que estava acontecendo e, enquanto isso, um outro homem disparou contra o peito de Malcolm. Neste momento, morria o líder revolucionário de apenas 39 anos. Norman Butler, Thomas Johnson e Talmage Hayer foram condenados à prisão perpétua pelo assassinato. Em 1992, o diretor Spike Lee produziu um documentário.

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