Folha faz pesquisa e descobre que Alckmin só tem eleitores entre os assinantes da Folha

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Folha faz pesquisa e descobre que Alckmin só tem eleitores entre os assinantes da Folha

Uma “pesquisa” eleitoral divulgada pela Folha de São Paulo nesta quinta-feira, 11, demonstra o caráter totalmente farsesco e até certo cômico da campanha da direita golpista e seus possíveis candidatos à presidência, além de revelar também o completo desespero dos golpista diante da completa falta de apoio popular.

Na pesquisa, o candidato tucano, Geraldo Alckmin, aparece na frente de Lula para a corrida presidencial. Alckmin teria 23% das intenções de voto, enquanto Lula teria 13%. O detalhe, no entanto, é que a pesquisa foi feita pela Folha por telefone entre os próprios assinantes do jornal. Ou seja, não foi um levantamento sério, realizado entre a população como um todo, tendo amplitude grande. Foi uma simples conferência entre os leitores da folha, não se sabe também qual o critério para a seleção dos 600 entrevistados pelo jornal, os quais em sua grande maioria, para não se dizer todos, são pessoas de classe média e da própria burguesia.

Se formos adotar o critério fajuto da Folha golpista, seria como Jornal Causa Operária, jornal do PCO, fizesse uma pesquisa entre aquelas pessoas que compram e contribuem regularmente com a nossa imprensa operária. O resultado seria mais do que óbvio, todos afirmariam com total certeza que votariam no companheiro Rui Costa Pimenta para presidente, o que implicaria logicamente no nome de Rui aparecer em primeiro lugar disparado nas pesquisas eleitorais.

É preciso dizer que a pesquisa da Folha é uma farsa total, uma manobra dos golpistas para tentar emplacar o nome de Alckmin, um candidato abertamente anti-popular, inimigo número um da educação pública paulista, responsável pelo sucateamento das escolas e hospitais públicos.

Rascunho automático 67

O desespero dos golpistas explica também a ofensiva dos golpistas contra o ex-presidente Lula, e a necessidade de prender a principal liderança popular a todo custo. Nesse sentido, é necessário intensificar a campanha para o dia 24 de janeiro em Porto Alegre e levar caravanas de todo o país para Porto Alegre e impedir a condenação do ex-presidente.

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