Espionagem do exército sobre ato do dia 24 é uma atividade ilícita e criminosa

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Espionagem do exército sobre ato do dia 24 é uma atividade ilícita e criminosa

O Exército brasileiro está “monitorando” 87 organizações da Frente Brasil Popular, as quais estão organizando as manifestações do dia 24 de janeiro em Porto Alegre contra a condenação do ex-presidente Lula. Na realidade, a atividade de monitoramento do Exército é um verdadeiro ato de espionagem política, algo característico de uma ditadura militar, e, dessa forma, precisa ser denunciado veementemente como ação ilegal e ilícita por parte dessa instituição repressora do Estado contra as organizações populares.

Em um regime que, em tese, se diz democrático, as ações do governo, do Estado, do exército e de outras instituições contra partidos políticos, suas lideranças, sindicatos, movimentos populares, ou outras organizações são totalmente ilegais, constituem, como já dissemos, em atos de espionagem, passivos até mesmo de processo crime contra os responsáveis.

A ação do exército contra as organizações da classe trabalhadora é mais um indício de que o regime político brasileiro caminha para uma ditadura militar. O Exército tomou também de maneira arbitrária as ruas de várias cidades do país diversas vezes no último ano. A mais recente foi no Rio Grande do Norte, onde até mesmo o controle dos órgãos de segurança do Estado foram transferidos para o comando dos militares, uma arbitrariedade total.

No caso da manifestação do dia 24 de janeiro, que tudo indica será muito grande em Porto Alegre, o prefeito direitista e golpista da capital gaúcha, Nelson Marchezan, do PSDB, acionou as forças armadas para conter a mobilização em defesa de Lula.

Rascunho automático 67

É preciso denunciar essa constante ameaça dos militares contra todo o povo brasileiro e suas organizações de luta. O direito e manifestação e de organização da população é um direito democrático absoluto, que não pode ser violado pelo Estado, ou qualquer outra instituição. Nesse sentido é necessário intensificar a campanha e levar caravanas de todo o país para ocupar Porto Alegre no próximo dia 24. É preciso dar uma resposta a altura as ameaças e aos ataques da direita golpista contra o povo

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