Para o Frigorifico Turin esfolar o trabalhador é a regra

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Para o Frigorifico Turin esfolar o trabalhador é a regra

Localizado em Santo Amaro, região Sul da capital paulista,o Frigorifico Turin, produtor de linguiça e loja de venda de carnes e frios trata seus funcionários nas piores condições possíveis e imagináveis.
Os trabalhadores têm que ficar após o horário de trabalho, sem receber hora-extra.
No Turin não se recebe o adicional de insalubridade e, sequer é respeitado o intervalo de recuperação térmica. Conforme Consolidação das Leis do trabalho (CLT), artigo. 253, “para os empregados que trabalham no interior das câmaras frigoríficas e para os que movimentam mercadorias do ambiente quente ou normal para o frio e vice-versa, depois de uma hora e quarenta minutos de trabalho contínuo, seremos assegurados um período de vinte minutos de repouso, computado esse intervalo como de trabalho efetivo”.
Além dessas irregularidades, os trabalhadores denunciaram, também que o Turin não está depositando o Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS).
A regra dos donos do Turin é esfolar os trabalhadores ao máximo, para engordar suas contas bancárias.
E necessário uma reunião imediata com os trabalhadores, Para isso, o Sindicato dos Trabalhadores as Indústrias de Carne, Derivados e do Frio no Estado de São Paulo estará, na próxima semana, na porta da fábrica para marcar com os operários o dia e local da reunião.
Não ao abuso e escravidão dos patrões contra os trabalhadores.

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