Não ao reajuste miserável dos patrões dos frios e da carne de São Paulo

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Não ao aumento zero dos patrões dos frios e da carne

Desde o início das negociações, os patrões se negam a oferecer um reajuste de fato, de acordo com os reajustes que eles mesmos incluem em seus produtos.

Rascunho automático 67

Eles dizem é que só podem oferecer 1,83% e no máximo 2%, o que não corresponde aos 9% ou 11%, ou mais, que foram embutidos na carne de frango, suína e bovina. Os patrões dizem que “são obrigados a repassar os preços ao consumidor” e os reajustam quando e como querem.

Fora essa situação, temos vários exemplos de aumento variado de uso cotidiano dos trabalhadores que subiram, há o exemplo do gás de cozinha, luz, gasolina etc., o gás, por exemplo, teve um aumento de 50% para se ter uma ideia.

Os trabalhadores recusaram a esmola que os patrões ofereceram e reforçaram nas reuniões suas reivindicações que são:

– salário mínimo vital de R$ 4.000,00;
– 37,64%, reposição de todas as perdas salariais, desde o plano Bresser e plano Collor;
– Plano de saúde gratuito para todos os trabalhadores e seus dependentes, em todas as fábricas.
– 35 horas semanais sem redução nos salários
– Cesta básica de 45 kgs para todos os trabalhadores.

O que os patrões estão fazendo, na verdade é se recusar a negociar, portanto os trabalhadores, nas fábricas estão se preparando para dar uma resposta à total falta de interesse deles.

Em assembleia, dos trabalhadores nas indústrias de carne, derivados e do frio no estado de São Paulo, na semana anterior, a preparação para a greve foi a resposta.

No dia 11 de dezembro haverá nova negociação, portanto os trabalhadores exigem uma resposta às suas reivindicações.

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