Dar um basta à ditadura de Alexandre Ribeiro, gestor do setor de convênios da Caixa Econômica Federal em Brasília

Compartilhar:
Dar um basta à ditadura de Alexandre Ribeiro, gestor do setor de convênios da Caixa Econômica Federal em Brasília

A ditadura na Cecov (Centralizadora Nacional de Convênios) da Caixa Econômica Federal em Brasília, que tem com gestor Alexandre Ribeiro, gerente capataz dos senhorzinhos do DEM e PSDB que compõem as vices-presidências do banco, conjuntamente com o golpista presidente do banco, Gilberto Ochhi (PP), precisa ter um basta através da luta dos trabalhadores contra a política de reestruturação na empresa com vista a sua privatização.

Rascunho automático 67

O Diário Causa Operária vem denunciando sistematicamente a reestruturação que acontece na Caixa que visa realizar uma operação de destruição da empresa. Essa operação conta com a colaboração desses capatazes medíocres do tipo gestor da Cecov, que destituiu cinco funcionárias das suas funções comissionadas revelando o caráter da direita golpista machista e reacionária que hoje se encontra na direção da empresa e em vários departamentos do banco.

O direitista Ribeiro deixou a “deus dará” as cinco companheiras, desde agosto passado, que exerciam cargo comissionado alegando que não teria mais aquela função no setor, fez tal atitude com a promessa de que seriam todas realocadas em outros departamentos com as mesmas comissões. Obrigou aquelas que já tinham tempo para a incorporação de função, mesmo que não quisessem, a solicitar a incorporação e ameaçou para quem não o fizesse aplicar a nova legislação trabalhista que acaba com a incorporação de função. Aquelas trabalhadoras que não tinham o tempo para incorporação ficaram sem a função.

Passado dois meses de todas as arbitrariedades o que se constatou foi o caráter cínico da atitude do gestor capataz. Nenhuma das trabalhadoras que foram descomissionadas foi realocada com as mesmas comissões que exerciam, ao contrário, todas perderam as suas funções e estão sendo obrigadas a realizarem novos processos seletivos e conseqüentemente um grande retrocesso nas suas carreiras dentro do banco.

E mais: Alexandre que havia dito que não haveria mais a função no setor nomeou os seus cupinchas nas vagas das trabalhadoras que foram descomissionadas, ou seja, as funções não foram extintas; recentemente foi realizado um processo seletivo para duas vagas de coordenadores, que supostamente também haviam sido extintas. Cabe a pergunta: qual o motivo do gerente tirar as funções de cinco mulheres!? É uma clara perseguição às mulheres. O processo de seleção é todo supervisionado por Alexandre e os aprovados, é claro, são os peixinhos do capataz.

O clima no setor é de Casa Grande e Senzala.  As denúncias são várias: não há nenhum dialogo com a chefia, o que vigora é a política de açoite no lombo do trabalhador que são obrigados a trabalhar com a tal da planilha que na mão dos chefetes são um verdadeiro terror com ameaças veladas para atingir metas. Além disso, a forma de execução do trabalho, mesmo que não sendo a melhor forma, tem que ser do jeito da gerência, uma verdadeira ditadura, denunciam os funcionários.

Para derrotar a política de ataques da direita golpista que se instalou na direção e gerências da Caixa a arma é a mobilização da base da categoria. O que está acontecendo na Cecov também vem acontecendo em várias agências e setores administrativos, que foram fechados ou estão em vias de fechamento, parte do processo de reestruturação que está em andamento no banco para preparar a sua privatização, um patrimônio que é do povo brasileiro, conseqüências do golpe de estado que está em andamento no país.

artigo Anterior

Coxinhatos fracassam, mas golpe militar não precisa de apoio popular

Próximo artigo

Metroviários do DF, em greve há uma semana, decidem a continuidade dela

Leia mais

Deixe uma resposta