Entre crises e rumores: tucanos podem ser retirados do governo por Temer

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Tucanos anunciam que em 15 dias deixam o governo Temer

Conflito no PSDB vinha se agravando a cada dia. FHC chegou a divulgar uma nota na página dele no facebook, defendendo a unidade do partido como essencial às eleições de 2018. Caso não houvesse qualquer convergência até a próxima convenção do PSDB, que vai decidir a presidência do partido, ele anteciparia seu apoio a Tasso Jereissati. Essa declaração significou na prática um afastamento de Aécio Neves, que representa a ponte entre o PSDB e o governo Temer, do PMDB. Estavam em jogo 4 ministérios, e cerca de mil empregos, que o PSDB teria que abrir mão.

Foi contra esse grupo “governista” que se insurgiu o grupo de FHC e do Tasso, para quem só a saída do governo Temer poderia evitar que a intensa crise do partido se aprofundasse ainda mais. Nessa perspectiva, a chance eleitoral do PSDB em 2018 dependeria da sigla se “limpar” o quanto antes de qualquer vínculo com o governo corrupto de Temer.

Para os líderes de partidos, o principal prejudicado com essa divisão do PSDB será o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, principal nome ventilado para se candidatar à presidência da República.

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De todo modo, Michel Temer já sinalizou a aliados que fará uma reforma ministerial dentro de 15 dias, tirando os atuais quatro ministérios do PSDB e fortalecendo assim a presença do seu próprio partido, o PMDB, além de siglas do centrão, como PSD e PR, e também o DEM.

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