É preciso lutar contra o golpe militar desde já, todos a Brasília

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Desde o início das movimentações golpistas, vários setores democráticos e da esquerda se esforçaram para dizer que não existia golpe. Agora, são os militares que dizem, eles mesmos, que haverá golpe, e golpe militar.

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Achar que não haverá golpe e, com isso, ficar sentado em casa esperando o que vai acontecer, “pagando para ver”, pode ser muito perigoso e, na verdade, pagar com a própria pele o resultado de uma política paralizante.

Antes de 1964 também existiram pessoas e grupos que insistiram que não haveria golpe militar, que os militares não teriam força, que cairiam no dia seguinte ao golpe. O resto virou história, com gente perseguida, morta e torturada, gente que achava que não teria golpe, gente que nem sabia que existia um golpe.

Diante de uma ameaça, mesmo de uma insinuação de ameaça, é preciso reagir. Não esperar que a ameaça se concretize, esse é o comportamento natural, e, de uma organização política, se espera ainda mais.

Por isso o ato do dia 11 de outubro, em Brasília, organizado por pessoas e organizações, como o PCO, que denunciaram a direita, os fascistas e os militares desde os primeiros passos do golpe. Essa é a tarefa de um partido revolucionário.

Um ato organizado por gente que esteve e está na rua, lutando contra a direita, contra os golpistas. Antes do impeachment, antes de Sérgio Moro, antes dos militares. Também por isso e especialmente por isso, a hora de lutar contra o golpe militar é agora. Todos ao ato do dia 11, em Brasília.

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