Não ao golpe e à intervenção imperialista na Venezuela!

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A Venezuela está à beira da guerra civil. A direita partiu para uma nova ofensiva, cujo pretexto foram as eleições para uma Assembleia Constituinte.

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Embora a imprensa capitalista, a serviço dos interesses norte-americanos, divulgue que se trata de uma rebelião popular contra o governo do autoritário Maduro, o fato é que desde que se estabeleceram no governo, os chavistas vêm enfrentando a política golpista dos Estados Unidos, que tem diversos grupos locais a seu  serviço.

A Venezuela é um dos maiores produtores mundiais de petróleo. Só essa informação bastaria para mostrar o interesse no controle políticos do país sul-americano por parte dos países imperialistas.

Em 2002, a mesma direita que agora procura aparecer como vítima do “ditador” Maduro, deu um golpe de Estado que acabou por fracassar.

Diante da crise, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que uma ação militar não está descartada, o que gerou uma forte reação do governo venezuelano e seus apoiadores.

Assim como no Brasil, quando o governo de Dilma Rousseff estava ameaçado pela direita, muitos setores da esquerda pequeno-burguesa, invertem a prioridade da luta política e acabam por colocar em primeiro plano a luta contra Maduro, o que na prática significa se emblocar com a direita golpista. Se o golpe prevalecer, como vimos no Brasil, as críticas ao governo nacionalista caem no vazio em face do ataque monstruoso que a direita irá promover.

Diante da ameaça golpista e, principalmente, da ameaça direta do imperialismo, a tarefa dos setores democráticos e de esquerda é repudiar o golpe contra Maduro e toda e qualquer intervenção direta dos Estados Unidos ou de outro país imperialista na Venezuela.

 

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