Trabalho escravo de fieis evangélicos brasileiros

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Há uma denúncia sobre trabalho forçado com fieis evangélicos. Os pastores Juarez e Solange Oliveira, responsáveis pelo grupo religioso Rhema, foram acusados em ligações para o Disque 100 em março desse ano. A procuradora Andreia Gondin atua no caso, que verifica a violação de direitos humanos em trabalhos em uma instituição escolar com professores.

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As denúncias são verificadas com ex-membros da comunidade Rhema. Segundo eles, como nas palavras de Flávio Correa, os americanos tem firmas abertas no Brasil, para trabalho voluntário de brasileiros, e não gastam nenhum tostão com salários e encargo9s trabalhistas.

Alguns membros que ainda atuam como voluntários na instituição defendem a atuação do grupo. Segundo Rebeca, que trabalha como faxineira da organização e passou dois meses na matriz norte-americana da empresa “Word of Faith”, diz que trabalho escrava é limpar a própria casa no Brasil e não a atuação de seus patrões.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) investiga o caso. Para eles, ainda não há afirmações conclusivas. O próprio pastor Juarez, que abandonou a Igreja há um ano, afirma que depois da atuação direta dos norte-americanos os tratamentos passaram a ser mais grosseiros com os fieis brasileiros.

O golpe de Estado acarreta esse tipo de atuação imperialista no Brasil, e o pior, com vistas grossas do MPT. Combater o golpe, com a imediata anulação do impeachment, inibe essa natureza de ação exploratória contra os trabalhadores brasileiros.

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