Lula: quanto mais a burguesia bate, mais o povo apoia

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O povo na rua tem grande poder e já mostrou que faz tremer o juizinho fascista Sérgio Moro. Por isso, no dia 13 de setembro, em Curitiba, é hora de gritarmos em alto e bom som: não a condenação de Lula!

Rascunho automático 67

O ex-presidente Lula segue nos próximos dias para o Nordeste onde realizará diversos atos em defesa da esquerda e dos trabalhadores em geral, além de impulsionar sua campanha para retornar à Presidência da República em 2018.

As ofensivas da direita contra os operários e suas lideranças está levando a um forte crescimento da esquerda que de fato possui base social ampla nas massas operárias, porque tem ficado cada vez mais claro para os trabalhadores quem é quem no cenário político nacional.

O PT, por exemplo, recebeu milhares de novos filiados após a condenação ilegítima e antijurídica do ex-presidente. Só no mês de julho, foram 5.141 pedidos de filiação, segundo o jornal golpista Folha de S. Paulo.

Este fato por si só já demonstra claramente que Lula hoje representa o maior obstáculo contra as políticas golpistas do imperialismo e da burguesia nacional.

Os golpistas querem comandar sozinhos o País. Querem livrar-se da interferência de todos os setores populares, operários, de sem terras e do povo pobre..

Querem retirar muito mais direitos do povo do que fizeram até agora, até reduzir todas as conquistas e garantias dos trabalhadores a pó.

Só que para isto terão que enfrentar a difícil tarefa de retirar Lula do cenário político nacional, pois ele, como maior liderança popular do Brasil, certamente o é único capaz de mobilizar o povo para anular e vencer as investidas fascistas que o imperialismo move contra Brasil e o mundo inteiro.

Exatamente por isto, a esquerda séria, realmente comprometida com os interesses dos trabalhadores e do povo pobre em geral, chama a todos para a necessidade de proteger o ex-presidente Lula de todas as manobras golpistas, principalmente fazendo intensa pressão sobre o juizeco Sérgio Moro contra qualquer nova condenação.

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