Estupro de mulheres palestinas é defendido por ex-membro da inteligência Militar de Israel

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O Dr. Mordechai Kedar ex-membro da inteligência Militar de Israel em uma entrevista de rádio, defendeu que estuprar mulheres palestinas seria uma medida efetiva para amedrontar os combatentes desse povo. Ele afirma que “A única coisa que vai deter um atacante suicida – se ele souber que, se puxar o gatilho, sua irmã ou mãe será estuprada”. Kedar serviu 25 anos na inteligência militar de Israel, afirma ainda que “é a cultura em que vivemos, estamos no Oriente Médio” e “serve para erguer a moral da tropa”.

Rascunho automático 67

Esse método de combate ao terror é defendido como meios legais e morais que tratam o estupro como uma prática de reparação, usado como crime de guerra. A prática descreve uma cultura de morte das organizações que querem se impor sobre outras.

A ocupação da Palestina por Israel demonstra a verdadeira extrema-direita fascista de um País que se diz democrático mas utiliza-se de métodos de extermínio que os nazistas utilizaram durante os anos de holocausto.

Os países que apoiam Israel, em primeiro lugar os Estados Unidos da América, a realizar estupro de  mulheres nos territórios por eles ocupados  também compactuam com esse método que demonstram a amarga realidade do Oriente médio e da hipocrisia imperialista mundial.

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