Paulista, dia 20: mais um grande ato contra condenação de Lula

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Ontem, dia 20 de junho, a paulista foi tomada pela esquerda em defesa do ex-presidente Lula e contra sua condenação totalmente arbitrária imposto pelo  juiz fascista Sérgio Moro. Moro, o Mussolini de Maringá condenou Lula sem provas nenhuma, bloqueou seus bens, sua aposentadoria,  e impôs uma multa milionária para o ex-presidente. Todos esses ataques são feitos enquanto o patrimônio pessoal de Lula é praticamente o mesmo das declarações de imposto de renda de 2002 e 2006.

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O ato, convocado pela CUT e pela Frente Brasil Popular, ocupou os dois sentidos da via em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Atos semelhantes ocorreram em outras capitais, como no Rio de Janeiro, Salvador e Recife.

A manifestação contou com a presença de representantes da CUT, Sindicato dos Bancários, do PCO, PT, PCdoB e do companheiro Antônio Carlos, do PCO que também fez uma intervenção no carro de som. Foi exposta também uma enorme faixa com a inscrição: “Eleição sem Lula é fraude”.

Outro momento marcante do ato foi a vaia generalizada de todos presentes contra o prefeito fascista João Doria (PSDB), já que a administração municipal, segundo os manifestantes, estaria filmando o ato. Doria foi chamado de “autoritário” e responsável por uma tentativa de “desmonte dos movimentos sociais da cidade”. Em discurso, o senador Lindbergh Farias também atacou o prefeito, chamando-o de “fascista que joga água fria em morador de rua”.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, destacou que o ato era contra todas as expressões do golpe. “A resposta que temos a dar é o fora Temer, o fora Maia, diretas já e Lula presidente. O Lula é a cara desse povo trabalhador, das mulheres, dos estudantes, que não querem que o país seja só para alguns”, afirmou.

Freitas afirmou que os sindicatos e movimentos sociais vão articular uma nova ida a Curitiba, durante o depoimento de Lula marcado para setembro. Lula, em seu discurso, denunciou a farsa do golpe de estado e disse: “Diziam que era só tirar a Dilma que tudo se resolvia. Hoje temos 14 milhões de desempregados, o Brasil voltando para o mapa da fome. Eles não ligam para o povo, a cabeça deles é escravocrata.”

O PCO esteve presente no ato em peso, com materiais, panfletos, adesivos e centenas de jornais, denunciando a condenação de Lula e todos os ataques dos golpistas contra a classe trabalhadora brasileira, que foram amplamente distribuídos e vendidos. Abaixo, assista a intervenção do companheiro Antônio Carlos, da direção nacional do PCO.

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