Findect assume a dianteira na entrega do plano de saúde dos Correios

Compartilhar:

Os sindicalistas patronais ligados a Findect (federação fantasma, criada pela própria direção da ECT na época da ditadura) formou um comitiva de pelegos e traidores de greve na categoria para se reunir com o vice-presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho) Emanoel Pereira, para preparar a entrega do plano de saúde da categoria.

Rascunho automático 67

Depois de entregar a última greve da categoria no dia 12 de maio, após serem convencidos pelo ministro do TST de que o melhor era aceitar as exigências da ECT, os sindicalistas da federação fantasma voltaram ao TST, agora, sem a força da greve para fazer uma figuração de que estão lutando pelos direitos dos trabalhadores.

Os traidores Elias Cesário Diviza, Silvana Azeredo, Manoel Feitoza, Max Vicente, Wilson Araújo e André Sambeg, voltaram ao gabinete do ministro Emanoel Pereira dia 16 de maio, para apresentar suas considerações sobre o ataque da ECT ao plano de saúde da categoria.

Segundo os traidores da federação fantasma, a comissão paritária que negociou o plano de saúde, de onde saiu à proposta da ECT de pagamento de mensalidades no plano, teria sido legitima e obteve bons resultados, ou seja, legitimando uma farsa a de que a proposta da ECT de cobrar mensalidades foi fruto do debate entre trabalhadores e a direção dos Correios.

Essa ação dos sindicalistas da federação fantasma só legitima a possível anuência do TST (tumulo dos direitos dos trabalhadores) e acatar a posição da ECT de que a crise imaginária nos Correios justificaria o fim do atual plano de saúde, substituindo por outro plano que o trabalhador terá que tirar do salário para manter seus direitos.

A Findect nem tem registro no Ministério do Trabalho, como entidade legal e com poderes de representar os trabalhadores dos Correios em âmbito Nacional, diante disso, os trabalhadores dos Correios precisam lutar contra a interferência da direção da ECT no movimento sindical da categoria, através dessa entidade fantasma.

O plano de saúde só se manterá como um direito através da luta da categoria, não se deve acreditar nos ministros biônicos do TST, ainda mais quando esse tribunal apoiou o golpe e é presidido pelo golpista Ives Gandra Martins Filho, membro da Opus Dei, extrema direita da Igreja católica, e propagandista da reforma trabalhista que destrói os direitos dos trabalhadores.

artigo Anterior

Próximo Uzwela, com Marquinhos Jaca

Próximo artigo

Uma esquerda golpista e “sem partido”

Leia mais

Deixe uma resposta