Delações sob encomenda para destruir o PT

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Coação, injúria e prevaricação. Estas são as qualificações que descrevem a atuação criminosa dos promotores e do juiz golpista Sérgio Moro. Após as últimas delações de Emílio e Marcelo Odebrecht, Renato Duque, e Léo Pinheiro. A operação lesa-pátria lava jato, prepara os próximos capítulos da novela com a delação do ex-ministro Antônio Palocci.

Desde que foi indiciado pelo tribunal de exceção em Curitiba, o ex-ministro Antonio Palocci era defendido pelo advogado José Roberto Batochio, que tem como prerrogativa de trabalho não aceitar a ‘opção da delação’ como mecanismo de defesa do seu cliente. Batochio, compara Curitiba, onde Palocci está preso, a Guantánamo, em Cuba, onde fica a prisão americana para acusados de terrorismo. E afirma: “Palocci não resistiu ao sofrimento psicológico que lhe foi imposto em Guantánamo meridional”.

A afirmação do advogado é uma denúncia da manipulação que o tribunal de exceção de Curitiba vem realizando descaradamente. O motivo da alteração da defesa de Palocci é uma indução para que o ex-ministro prefira a delação e não opte pelo pedido de habeas corpus que seria julgado pelo STF. O Mussolini de Maringá, o juizeco Sérgio Moro teme perder mais essa batalha para os ministro do Supremo, dado a libertação do também ex-ministro José Dirceu ter ocorrido sob a mesma condição que Palocci está inserido.

Ora, vamos raciocinar, se eu estou sendo acusado de um crime, culpado ou não, eu devo tentar todos os meios para impedir a minha prisão. No caso de Palocci, ele já está preso, e o habeas corpus sendo julgado pelo Supremo seria a mais clara opção de liberdade provisória, ainda mais pelo fato do advogado ter sido escolhido pelo próprio Palocci. Mas a realidade tomou outro rumo, o ex-ministro Palocci foi coagido a liberar o advogado Batochio e a aceitar Adriano Bretas como seu ‘novo defensor’.

O advogado Adriano Bretas é o mesmo que intermediou as delações de Delcídio do Amaral e Alberto Youssef com os procuradores da Lava Jato. Advogado que passou a ser “sugerido” pelos procuradores e que vem realizando palestras em cursos de direito, para catequizar os futuros advogados em como forjar provas, e declarações inexistentes com o intuito de incriminar a quem quer que seja.

Rascunho automático 67

É absurdamente óbvio que os procuradores da Lava Jato, e o juizeco Sérgio Moro, usurpam a função que deveriam primar por um judiciário com isonomia, para se comportarem como perseguidores daqueles que não aceitam num primeiro momento citar os nomes de Lula e Dilma como responsáveis pelo maior esquema de corrupção da história deste país, e que até aqui não conseguiu apresentar uma única prova, a não ser as delações obtidas sob prisão preventiva ilegal e chantagens emocionais que não temos a dimensão do como são realizadas nas masmorras do tribunal de Curitiba.

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