Petroleiro é perseguido pelo traidor da pátria Sérgio Moro

Compartilhar:

Enquanto a esquerda apoia medidas golpistas e fascistas como as “10 medidas contra a corrupção”, do MPF, o juiz-deus Sérgio Moro começa a perseguir sindicalistas mesmo antes de ter o aparato da lei para cometer suas perseguições monstruosas. Moro intimou, no dia 9 de dezembro, o sindicalista petroleiro Emanuel Cancella, sob o seguinte motivo: “(…) Possíveis práticas de crime contra a honra de servidor público federal”.

Cancella, sem saber quem seria o servidor publico ofendido, buscou explicações no MPF. Foi quando ficou sabendo que o autor da intimação era o próprio juiz Sérgio Moro.

“Falei com uma atendente, que passou para a outra, que por sua vez mandou que eu ligasse 20 minutos depois. Liguei e fiquei sabendo que o autor da intimação era o juiz Sérgio Moro. Em primeiro lugar, quero dizer que não conheço o juiz pessoalmente, não tenho nenhum problema pessoal contra ele, entretanto tenho severas críticas à operação Lava Jato que ele comanda”, explicou Cancella, que também é coordenador da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).

Emanuel elabora um livro entitulado “Outra face de Sergio Moro”, uma coletânea com uma série de artigos sobre a Lava Jato produzidos em seu blog, e se preocupa: “Fico preocupado porque essa intimação chega em um momento em que o meu livro está na fase final de revisão para em seguida ir para a gráfica. O lançamento do livro será até o final do ano. Aliás, quero agradecer, de público, à brilhante jornalista Fátima Lacerda pois, sem ela, essa obra não seria concretizada, como também aos cartunistas Mega e Latuff. Esclareço que toda a renda do livro, incluindo o trabalho gratuito da jornalista, será doada para os cerca de dois milhões de trabalhadores demitidos em função da operação Lava Jato, sendo retirados apenas os custos da edição, financiada pelo autor”, explica.

A cada atualização do blog todos os materiais publicados são encaminhados a jornais como O Globo, Folha de S. Paulo, Estado de S. Paulo e também para revistas como Isto É e Veja, sendo todos ignorados e sequer mencionados nas seções de cartas dos leitores. O petroleiro salienta que para ele ” (…) a Lava Jato tornou-se o maior acervo da vida política brasileira contemporânea, porém, na minha concepção, e de muitos, Moro usa de forma seletiva essas informações”.

Embora a imprensa golpista insista em dizer que a maioria da população brasileira apoia as ações arbitrárias da Lava Jato e do juiz golpista e traidor da pátria Sérgio Moro, o mundo e a informação hoje são mais fáceis de serem compartilhados e alcançados, com isso milhares de brasileiros e o restante do mundo estão se posicionando contra as ações fascistas da lava jato. Ou no mínimo achando bem estranho a parcialidade da Polícia Federal.

O próprio sindicalista, que a princípio aplaudia a operação como um “cidadão do bem”, logo percebeu que o combate à corrupção não era a meta principal, e desde março de 2014 se mostrou desconfiado do cenário de mudanças que se armava, por isso passou a acompanhar atentamente o passo a passo das investigações em torno da Petrobras.

Sérgio Moro deve explicações à sociedade da sua colaboração exacerbada com o governo dos EUA em relação à Petrobras, já que, além de convocar os procuradores norte-americanos para investigar a Petrobras, autorizou os corruptos da empresa a irem testemunhar contra o Brasil nos tribunais americanos: “Logo os americanos que estão doidos para abocanhar o pré-sal! Assim fica fácil para eles!”.

“Moro autoriza essa ‘ajudinha’ aos americanos, em detrimento do Brasil, mesmo sabendo que se trata de uma farsa a principal acusação nessas ações contra a Petrobras. Os gringos espertamente alegam, e Moro fornece argumentos, que a corrupção seria a motivação da queda das ações da empresa”, afirma Cancella.

O juiz Sergio Moro é um traidor da pátria, e sua função no Brasil é ser o espião da CIA. E não um daqueles que, durante a ‘Guerra Fria’, agia nos bastidores, mas que possui todo o aparato e propaganda da imprensa golpista a favor dele e todas suas ações. Moro chamou os procuradores norte-americanos para investigar a Petrobras e entregou empresários brasileiros da própria Estatal, presos, para servirem de testemunha contra a empresa, nos tribunais americanos.

Sem contar também os vazamentos seletivos, a todo momento, levando à desvalorização da Petrobras, tudo que os gringos almejam, para adquiri-la mais barato, o que, aliás, já estão fazendo com a ajuda do governo golpista de Michel Temer e sua política de venda de todo o país para os imperialistas.

Moro confessa que tem “acordo de cooperação” com os EUA, mas que não iria falar disso pois “não vinha ao caso”. Entretanto, Moro é um juiz, um funcionário público, e não pode ter um acordo secreto com outro país, principalmente quando existe forte suspeita de que esse acordo prejudica uma empresa pública, base da economia do país, no caso a Petrobras.

Isso o classifica como um traidor, e não devem restar dúvidas, pois um traidor da pátria é aquele que comete crimes contra o Estado e a sua ordem política e social definidos e punidos nos artigos da lei 1.802, sancionada em 5 de janeiro de 1953, a tentar: “submeter o território da Nação, ou parte dele, à soberania de Estado estrangeiro; mudar a ordem política ou social estabelecida na Constituição, mediante ajuda ou subsídio de Estado estrangeiro ou de organização estrangeira ou de caráter internacional; ou subverter, por meios violentos, a ordem política e social, com o fim de estabelecer ditadura de classe social, de grupo ou de indivíduo”.

“O objetivo não declarado da Lava Jato foi ficando a cada dia mais evidente: desmoralizar a empresa dos sonhos dos brasileiros, fatiar para privatizar o Sistema Petrobras, entregar às potências estrangeiras o pré-sal, que elevou o Brasil à condição de gigante entre os principais produtores de petróleo do mundo. Em paralelo, a meta era anular os avanços constitucionais, consagrados em 1988, direitos civis e sociais, trabalhistas e previdenciários, impor retrocessos inimagináveis na saúde e na educação públicas, aprofundar o apartheid social, a violência contra os pobres, o genocídio de negros e índios. Tudo devidamente encoberto pela grande mídia comercial e pela ilusória cruzada anticorrupção”, diz Cancella.

Todo apoio ao petroleiro Cancella, que denuncia o juiz traidor do Brasil, que é louvado em coxinhatos por aqueles que vestem verde e amarelo, mas a última coisa que defendem é a soberania do País. Muito pelo contrario. A última coisa de que gostam Sérgio Moro e os direitistas das marchas chamadas pelo MBL e Globo é do Brasil. Seus sonho é entregar todo o país para os Estados Unidos a preço de banana.

Toda a classe trabalhadora em conjunto com partidos de esquerda, movimentos sociais e sindicatos deve se organizar e barrar a investida do judiciário golpista, o golpe e suas medidas contra a corrupção que, no fundo, é um ataque direto àqueles que realmente defendem o país.

artigo Anterior

Avião só para os ricos

Próximo artigo

PSTU pede: “direitos para ninguém!”

Leia mais

Deixe uma resposta