A guerra acabou e a burguesia sobreviveu, agora ela contra-ataca com o plano Marshall

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A guerra acabou e a burguesia sobreviveu, agora ela contra-ataca com o plano Marshall

O capitalismo em finais do século XIX e início do século  etapa de seu desenvolvimento, uma etapa superior da dominação da burguesia contra a classe operária mundial e os países atrasados, é a era do imperialismo, a dominação das grandes corporações capitalistas aliados ao Estado nacional que suprimiu a “livre concorrência” pelo monopólio, o “livre mercado” pela partilha do mundo entre os Estado imperialistas e as grandes corporações que eles representam.

A disputa pela controle dos mercados, dominação mundial entre os países imperialistas levou a crises econômicas gigantescas e a guerras mundiais de proporções nunca antes vistas. Após a segunda Guerra Mundial e a destruição causada pela por ela, o sistema capitalista internacional deve se se refazer, o quadro político internacional se alterou, o capitalismo dos EUA entra em cena com maior vigor.

Este capitalismo que vigorou entre os pós guerra só foi possível a partir do acordo entre o imperialismo, vencedor da guerra e a burocracia soviética que dirigia os Estados Operários. Um pacto para impedir a revolução mundial, o que beneficiava tanto o imperialismo quanto a burocracia soviética.

O capitalismo esteve por um fio, a crise geral do capitalismo, que deu origem a maior carnificina da história, debilitou profundamente o imperialismo, no entanto, com a complacência da burocracia stalinista, travestida de uma “teoria”, do socialismo em um só país, a burguesia imperialista mundial pode se reerguer e contra-atacar para estabilizar a sistema capitalista internacional.

O contra-ataque veio com o plano Marshall, que foi um plano de, não foi apenas de reconstrução da Europa destruída pela guerra, mas, mais precisamente, um plano de reorganização da economia internacional e de consolidação da proeminência do capitalismo norte-americano no mundo. A guerra possibilitou, por um breve período após, um alto grau de investimento e de especulação, o que juntamente com a aliança entre o imperialismo e a burocracia stalinista possibilitou um período de certa estabilidade para o capitalismo internacional.

A maioria dos países tornaram-se credores dos EUA, a economia monetária internacional permaneceu relativamente estável até o novo colapso econômico internacional na década de 1970 que mudou novamente o cenário político internacional.

Para compreender o complexo movimento da sociedade capitalista, suas crises e a luta de classes no âmbito nacional e internacional no período do imperialismo, para compreender a necessidade socialismo e sua inevitabilidade, é preciso ter uma visão histórica, de conjunto da ascensão e decadência do capitalismo.  

A 41ª Universidade de Férias do PCO e acampamento de Aliança da Juventude Revolucionária desvenderá todas as engrenagens do capitalismo em seu momento de agonia, a época do imperialismo.

Nesta edição que comemora 20 anos de formação teórica marxista, estudaremos a crise histórica do capitalismo: do surgimento do imperialismo ao neoliberalismo. Com a coordenação e apresentação do companheiro Rui Costa Pimenta, presidente nacional do Partido da Causa Operária, jornalista,  militante e dirigente revolucionário, profundo conhecedor do marxismo e da história política internacional.

Não perca! Venha para a 41ª Universidade de Férias do PCO.

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