Crise e ataques do golpe afetam as mulheres

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No levantamento, feito em 2012, 38% das mulheres casadas que não trabalhavam disseram que gostariam de estar empregadas. Destas, praticamente metade se queixava de não ter com quem deixar os filhos e metade afirmava não conseguir encontrar emprego.

Já entre as mães que não moravam com o companheiro, a minoria, 43%, estava sem trabalhar porque preferia, enquanto 34% diziam não encontrar emprego e 23%, não ter acesso a escola ou creche. Os relatos de discriminação por parte dos empregadores foram predominantes em ambos os grupos entre as mulheres que disseram sentir dificuldade para encontrar uma vaga.

Ao contrário dos homens entrevistados disseram perceber alterações positivas em suas relações de trabalho depois da chegada do primeiro filho. “De forma geral, eles afirmam que a paternidade os fez mais responsáveis e que os patrões perceberam e os recompensam por isso”.

Com o golpe as mulheres vão sofrer ainda mais para terem seus filhos, pois os golpistas vão reduzir os trabalhadores à semi-escravidão, e as mulheres nesse processo serão “jogadas” novamente ao lar e ao julgo de seus maridos.

O objetivo dos golpistas é eliminar a licença maternidade remunerada, diminuir ainda mais seus salários, aumentar o tempo para as mulheres se aposentarem… enfim, impor uma nova era de escravidão das mulheres.

A mulher é atacada de todas as maneiras, quando fica grávida é dispensada após o período de licença maternidade, depois com o filho não consegue o emprego.

A tarefa do momento é a criação de diversos comitês de luta contra o golpe onde é preciso organizar as mulheres para derrotar os planos golpistas, lutar pela anulação do impeachment, contra a prisão de Lula, impor uma derrota aos golpistas, que querem a escravidão da mulher.

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