“A base social e a questão da mulher” da revolucionária Alexandra Kollontai, neste mês na revista Mulheres

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Por que motivo, então, deveria a mulher trabalhadora procurar uma união com as feministas burguesas? Quem, na realidade, poderia ganhar na eventualidade de uma aliança como essa? Certamente não a mulher operária. Ela é sua própria salvadora; seu futuro está nas suas próprias mãos. A mulher trabalhadora defende seus interesses de classe e não é enganada por grandes discursos sobre o ‘mundo que todas as mulheres compartilham'”.

“A mulher trabalhadora não deve e não esquece que, enquanto a meta da mulher burguesa é garantir o seu próprio bem-estar no quadro de uma sociedade antagônica a nós, nossa meta é construir, no lugar do mundo velho e ultrapassado, um templo brilhante de trabalho, camaradagem, solidariedade e alegre liberdades universais.

O trecho reproduzido acima é a III parte do texto “A base social da questão da mulher“, escrito em 1909 pela revolucionária Alexandra Kollontai. Kollontai foi uma líder revolucionária russa e teórica do marxismo, membro do partido bolchevique e militante ativa durante a Revolução Russa de 1917. O texto é traduzido do inglês, com exclusividade para a Revista Mulheres do mês de março.

A revista Mulheres já possui 17 anos, e se dedica a discutir a questão da mulher por uma perspectiva socialista e revolucionária. Mulheres é uma publicação que busca contribuir para a evolução da consciência e para a organização política das mulheres em luta por sua verdadeira emancipação.

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